O Rally de Portugal 2026 já tem datas e novidades

O Rally de Portugal 2026 já tem datas e novidades

O Vodafone Rally de Portugal já tem calendário definido e traz novidades que prometem voltar a colocar o país no centro das atenções do desporto automóvel mundial. A edição de 2026 realiza-se de 7 a 10 de maio e assume-se como a sexta ronda do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC), com um formato renovado e 23 especiais cronometradas distribuídas pelo Centro e Norte do país ACP.

No total, serão cerca de 345 quilómetros disputados ao cronómetro, integrados num percurso global aproximado de 1.862 quilómetros, num traçado que combina exigência técnica, espetáculo e alguns dos troços mais emblemáticos da história da prova ACP.


Arranque em Coimbra e regresso aos troços icónicos

Antes do início oficial, as equipas afinam as últimas estratégias no shakedown em Baltar, marcado para quarta-feira, dia 6 de maio ACP. A base operacional mantém-se na Exponor, em Matosinhos, que volta a ser o quartel-general da prova ACP.

A partida oficial acontece na quinta-feira, 7 de maio, em Coimbra, que recupera protagonismo no arranque da competição em pisos de terra ACP. O primeiro dia liga Águeda a Sever do Vouga, passa por Albergaria-a-Velha e termina na Figueira da Foz, num percurso pensado para testar pilotos e máquinas logo desde o início ACP.

Na sexta-feira, o foco mantém-se no Centro do país, com o regresso a classificativas míticas como Mortágua, Arganil, Lousã e Góis ACP. Já no sábado, a prova ruma a Norte, com especiais em Felgueiras, Cabeceiras de Basto, Amarante e Paredes, terminando com a superespecial de Lousada, reforçando a ligação única entre pilotos e público ACP.

As decisões finais ficam reservadas para o chamado “Superdomingo”, com Vieira do Minho e Fafe (e o seu icónico salto) a poderem ser determinantes na luta pela vitória ACP.


Muito mais do que uma prova desportiva

Para Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Club de Portugal, o impacto do Rally de Portugal vai muito além da vertente competitiva, destacando o forte impacto económico da prova e o orgulho de Portugal se manter entre as rondas mais respeitadas do Mundial, numa altura em que há cada vez mais países interessados em integrar o calendário ACP.

Também as entidades regionais sublinham o peso estratégico do evento. Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, realçou a complementaridade entre Centro e Norte e a importância de descentralizar grandes eventos, que ajudam a promover o país para além do sol e do mar, gerando mais de 190 milhões de euros em retorno e comunicação ACP.

Rui Ventura, presidente do Turismo da Região Centro, considera o rali um dos maiores ativos promocionais do país, especialmente nas zonas de menor densidade populacional, onde durante estes dias se cria uma dinâmica económica difícil de replicar noutras alturas do ano ACP. Já Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, reforça o forte retorno económico e mediático do evento e a sua importância estratégica para a afirmação internacional do destino Portugal ACP.


Referência internacional em sustentabilidade

Além da dimensão desportiva e económica, o Vodafone Rally de Portugal mantém-se como referência internacional em sustentabilidade. Reconhecido pelo Comité Olímpico Internacional como padrão de boas práticas ambientais no desporto, detém desde 2017 o mais elevado nível de reconhecimento ambiental atribuído pela FIA ACP.

A organização continua a apostar na redução da pegada carbónica, na gestão responsável de resíduos e na preservação dos ecossistemas atravessados pelas especiais, em articulação com municípios e entidades regionais ACP.

Entre emoção, impacto económico e compromisso ambiental, o Rally de Portugal 2026 volta a afirmar-se como um dos grandes eventos internacionais realizados em território nacional. Agora é só marcar na agenda: de 7 a 10 de maio, o espetáculo regressa às estradas de terra que fazem vibrar milhares de fãs todos os anos.




Fonte: ACP

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